Soneto do chapati balinês
Melanésios lambões, talvez miríade
Polichinelos lá da Polinésia
Tementes ao tiloma de sua tíade
Porfiam às procelas a parrésia.
Não era palha o dravídico sorites
Dos ‘I don’t know what’ aos ‘coisa e tal’
Nem tampouco blefavam blefarites
E até em Madras medrava o madraçal:
-Como pode cachar um xá do céu
Cabalar-se um balaústre cabalístico
Depois de ensandecer um saduceu?
-Ainda assim nada haveria de místico...
-Nem sequer se parece um caduceu!
-Mais insólito que uma quadra: um dístico!
Métrica: Salve-se quem puder
Polichinelos lá da Polinésia
Tementes ao tiloma de sua tíade
Porfiam às procelas a parrésia.
Não era palha o dravídico sorites
Dos ‘I don’t know what’ aos ‘coisa e tal’
Nem tampouco blefavam blefarites
E até em Madras medrava o madraçal:
-Como pode cachar um xá do céu
Cabalar-se um balaústre cabalístico
Depois de ensandecer um saduceu?
-Ainda assim nada haveria de místico...
-Nem sequer se parece um caduceu!
-Mais insólito que uma quadra: um dístico!
Métrica: Salve-se quem puder


1 Comments:
Este “soneto” é dedicado à minha irmã, que estudou poesia na Eca. Segundo ela, uma éca mesmo...
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